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RENATO PEREIRA
ACHA ISTO JUSTO?
SÃO AS MIGALHAS,
OS SACRIFICIOS,
OS AFORROS
E AS POUPANÇAS
DOS POBRES,
que fazem as FORTUNAS dos Banqueiros...
EM ÉPOCA DE CRISE,
sempre são sacrificados os pobres poupados
em beneficio dos ricos afortunados…
POR ISSO
BAIXEM OS PREÇOS
BAIXEM OS PREÇOS
http://baixemosprecos.blogspot.com
sábado, 19 de dezembro de 2020
segunda-feira, 7 de outubro de 2019
quinta-feira, 18 de outubro de 2018
Viver Poeta
VIVER POETA Não escrever. Não dizer, sim, ser poeta No dia a dia da vida SER POETA Na poesia da vida, ser poeta; Luz, Sombra, Arte, Sangue Suor, Obra, dum poeta Ninguém pode vender ou comprar a Vida A arte não é publicável ou negociável O poeta não faz, não transforma, não executa, não muda, nem cria O poeta permanece sempre poeta, põe e não dispõe da poesia. A noite, a lua, o sol, a chuva a terra, o mar, a morte, o podre são do poeta a força e a fraqueza. Renato Gomes Pereira Porto, 18-10-2018 |
quarta-feira, 19 de setembro de 2018
CORTIÇA AO LUAR
Luz incompleta do frio quente
afago de relento sedento
brisa marinha sem cheiro
nem cor
Moiro encantado de preguiça
Seus ais de lamentos eriça
Lá da torre minante da cavalariça
entalado com a rolha de cortiça
Ah zarolho Camões que falta fazes
estes lusos de agora são rapazes
que se vergam disformes
em esgares soturnos...
"POESIA INCONTINENTE" - inédito- por N'gola Gome
a minha terra
Quem me dera estar agora
na cidade onde nasci
de onde cedo eu parti
mas que minha alma adora
Queria ver-te do Candombe,
da Serra do Uige também
e diria a essa hora:
continua que vais bem !
óh terra onde eu nasci ?
Embora pequeno partisse
muito bem de ti me lembro
Quem me dera oh cidade
de novo dentro de ti estar
e o lugar onde nasci visitar
e por momentos matar
óh cidade de ti a Saudade...
Luanda. 08.01.1975
Renato Gomes Pereira (N´gola Gomes)
fuzilados
A terra não bebeu o sangue
de quatro homens mortos, fuzilados!
As rosas de porcelana choraram
pela Vida assassinada.
O café, o algodão, as palmeiras
a terra nossa vermelha
será manchada pela vergonha
de ter morto sem justiça !
Mas de longe para me ouvirem grito
Não foi a nossa terra quem assassinou!
Foram aqueles que a ocupam,
que a exploram!
Foi um Imperialismo!
A CARTA
_________________
Póvoa de Varzim,11 de Abril de 1976
Director da Voz do Desalojado
Eu gostaria que tu, eu e todos os que cá estamos e que os que lá ainda estão, nas matas ou nas cidades, aqueles que sempre forame ainda o são, estou certo, nossos amigos, eu gostaria que um dia nos juntássemos em exemplo ao mundo que a guerra não compensa e que a Fraternidade Humana vale tanto e até mais do que as vidas que se perdem pelo mundo fora vitimas das balas assassinas dos seguidores bélicos de Hitler.
Tal como eu tu sabes como é a Guerra ou melhor sabes qual é o carimbo que ela grava nas sociedades humanas onde se germina.
Mas sabes o que é uma criança protestar contra a injustiça humana?
Podes ter a certeza amigo de que um dia o mundo será melhor.
Desculpa-me a “massada” que te dei ao veres esta carta mas eu tinha que gritar e gritei!
Mas também sei que os surdos não ouvem.
Au revoir Irmão
A Verdade Vencerá
renato gomes pereira
POESIA incontinental
(poema escrito em Luanda a 30-01-1975)
Na mansidão do meu quarto
deitado na cama escrevo
escrevo em pensamento
penso em escrever
e escrevo a pensar
olho para o que escrevo
e digo logo- mas que pessoa sem jeito
mas o que está feito,está feito.
Mostro a alguém o que escrevo
e lisonjeios recebo
Mas na mansidão do meu quarto
acho-me pessoa sem jeito
Poderá ser qualidade
poderá ser defeito.
Na mansidão do meu quarto...
...escrevo em pensamento,
Poderá ser qualidade
Poderá ser defeito...
renato gomes pereira
quinta-feira, 9 de novembro de 2017
Era uma vez um Principe…
Naqueles Tempos havia gente que trabalhava por gosto…Não importava se era remunerado ou não o seu trabalho…importava é que ficasse feito e servisse a Comunidade. Todos sendo Plebeus eram ao mesmo tempo Principes e Nobres. A Nobreza de caracter assim determinava esse seu “Sangue Azul”.
Hoje estamos disseminados de “rafeiros politicos” sem pedegree no campo do carácter, podendo até ser filhos de algo (fidalgos) de uma fidalguia feita no Pós 25 de Abril, fruto da Cunha e do Poleiro … E uma burguesia crescente e nascente medrada ao sabor dos lobbies e atropelos legais ou procedimentais…
É assim hoje o Poder Local, Nacional, Internacional e quiça até Universal … Urge moralizar…Acabar de vez com esse apartheid racial e sexual que são as quotas para estes e para estas…
Competência …Precisa-se !
sábado, 2 de setembro de 2017
terça-feira, 22 de agosto de 2017
sábado, 5 de agosto de 2017
sexta-feira, 14 de julho de 2017
SOPA DE PEDRA–Teofilo Braga
91. O CALDO DE PEDRA
Um frade andava ao peditorio; chegou á porta de um lavrador, mas não lhe quizeram ahi dar nada. O frade estava a cahir com fome, e disse:
— Vou vêr se faço um caldinho de pedra. E pegou n’uma pedra do chão, sacudiu-lhe a terra e pôz-se a olhar para ella para vêr se era boa para fazer um caldo. A gente da casa pôz-se a rir do frade, e d’aquella lembrança. Diz o frade:
— Então nunca comeram caldo de pedra? Só lhes digo que é uma coisa muito boa.
Responderam-lhe:
— Sempre queremos vêr isso.
Foi o que o frade quiz ouvir. Depois de ter lavado a pedra, disse:
— Se me em prestassem ahi um pucarinho.
Deram-lhe uma panella de barro. Elle encheu-a de agua e deitou-lhe a pedra dentro.
— Agora se me deixassem estar a panellinha ahi ao pé das brazas.
Deixaram. Assim que a panella começou a chiar, disse elle:
— Com um bocadinho de unto é que o caldo ficava de primor.
Foram-lhe buscar um pedaço de unto. Ferveu, ferveu, e a gente da casa pasmada para o que via. Diz o frade, provando o caldo:
— Está um bocadinho insonso; bem precisa de uma pedrinha de sal.
Tambem lhe deram o sal. Temperou, provou, e disse:
— Agora é que com uns olhinhos de couve ficava, que os anjos o comeriam.
A dona da casa foi á horta e trouxe-lhe duas couves tenras. O frade limpou-as, e ripou-as com os dedos deitando as folhas na panella.
Quando os olhos já estavam aferventados disse o frade:
— Ai , um naquinho de chouriço é que lhe dava uma graça…
Trouxeram-lhe um pedaço de chouriço; elle botou-o á panella, e emquanto se cosia, tirou do alforge pão, e arranjou-se para comer com vagar. O caldo cheirava que era um regalo. Comeu e lambeu o beiço; depois de despejada a panella ficou a pedra no fundo; a gente da casa, que estava com os olhos n’elle, perguntou-lhe:
— Oh senhor frade, então a pedra?
Respondeu o frade:
— A pedra lavo-a e levo-a commigo para outra vez.
E assim comeu onde não lhe queriam dar nada.
In Teofilo Braga – “Contos Tradicionais Portugueses”
http://www.cm-almeirim.pt/images/2012/Imagens/Receitasopanet.jpg
quarta-feira, 5 de julho de 2017
Precisamos de Militares ?
segunda-feira, 3 de julho de 2017
segunda-feira, 24 de abril de 2017
sábado, 18 de março de 2017
sábado, 18 de fevereiro de 2017
O PREÇO JUSTO
QUEM CRIOU O EURO criou também as chamadas moedas pretas… Logo a moeda mais pequena serve para comprar o que é essencial à vida de cada pessoa …O Pão…
QUEM CRIOU O EURO criou também as notas… Logo a nota maior é de a 500…serve para pgara um salario máximo mensal, uma pensão máxima mensal…
QUEM CRIOU O EURO criou uma moeda estável---significando isso não haver inflacção nem deflacção, e muito menos especulação
QUEM CRIOU O EURO , não pretendia que o valor das coisas no mercado fosse 10 ou mais vezes superior ao valor facial da moeda editada…
POR ISSO BAIXEM OS PREÇOS…
O PREÇO JUSTO
QUEM CRIOU O EURO criou também as chamadas moedas pretas… Logo a moeda mais pequena serve para comprar o que é essencial à vida de cada pessoa …O Pão…
QUEM CRIOU O EURO criou também as notas… Logo a nota maisor é de a 500…serve para pgara um salario máximo mensal, uma pensão máxima mensal…
QUEM CRIOU O EURO criou uma moeda estável---significando isso não haver inflacção nem deflacção, e muito menos especulação
QUEM CRIOU O EURO , não pretendia que o valor das coisas no mercado fosse 10 ou mais vezes superior ao valor facial da moeda editada…
POR ISSO BAIXEM OS PREÇOS…
quarta-feira, 25 de janeiro de 2017
OS ZAROLHOS E OS DEPUTADOS
QUAL PEC E QUAL TSU …BAIXEM É OS PREÇOS
Basta Baixar dez euros no preço do gaz de garrafa,
ou no preço da água, da luz, ou dos géneros da cesta
básica para que o aumento real do salário minimo
seja muito superior a essa miséria de aumento
concertada entre a burguesia dos patrões e
a dos sindicatos…